Polícia
INSS: fraude em empréstimos leva PF de Sergipe a investigar servidor
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A Polícia Federal, com apoio da Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária (CGINP) do INSS, deflagrou nesta quinta-feira, 3, a ‘Operação Desbloqueio’, que desarticulou um esquema de fraudes milionárias no sistema previdenciário.
As investigações apontam que um servidor do INSS atuava desde setembro de 2023, desbloqueando indevidamente cerca de 20 mil benefícios em todas as unidades da Federação para permitir a contratação de empréstimos sem autorização dos titulares.
Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em Aracaju, expedido pela 1ª Vara Federal de Sergipe. O valor total dos empréstimos liberados ainda está sendo apurado.
A análise do material apreendido busca aprofundar as provas e identificar outros envolvidos. Os crimes investigados incluem inserção de dados falsos e corrupção, com penas que podem ultrapassar 24 anos de reclusão.
por João Paulo Schneider
Com informações da PF/SE
Polícia
Golpes bancários: oito pessoas foram presas na operação Central Fantasma
A Polícia Civil de Sergipe, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), vinculada ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), e com apoio da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol), prendeu oito suspeitos nesta sexta-feira, 24, durante a Operação “Central Fantasma”. Dessas detenções, duas ocorreram no município baiano de Feira de Santana, onde também foi apreendido um veículo de luxo da marca Mercedez-Bens. A ação desarticulou uma organização criminosa que aplicava golpes bancários em 10 estados.
De acordo com a DRCC, as prisões da “Central Fantasma” ocorreram no bairro José Conrado de Araújo, em Aracaju, no conjunto Jardim, em Nossa Senhora do Socorro, além dos municípios de Barra dos Coqueiros, São Paulo e Feira de Santana.
A Operação objetiva desarticular uma associação criminosa especializada em aplicar o golpe da central bancária. O grupo fez vítimas no Distrito Federal e seguintes estados: Paraná, Acre, Bahia, Sergipe, Minas Gerais, Roraima, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará e Goiás. As investigações apontam que os criminosos causaram um prejuízo estimado em R$ 1,3 milhão às vítimas.
De acordo com o delegado Érico Xavier, responsável pelas investigações, o grupo utilizava técnicas de engenharia social para enganar as vítimas. “Os criminosos se passavam por atendentes de centrais bancárias e convenciam as pessoas de que estavam diante de uma tentativa de fraude. A partir disso, induziam as vítimas a fornecer dados pessoais e bancários, permitindo o acesso indevido às contas”, explicou o delegado.
As apurações revelaram que a associação criminosa possuía estrutura organizada e divisão de funções, semelhante a um call center, com integrantes responsáveis por abordar as vítimas, obter informações sigilosas e realizar as transações fraudulentas.
O diretor do Depatri, delegado André Baronto, reforçou o alerta sobre esse tipo de golpe. “Nenhum banco solicita que o cliente forneça senhas ou realize transferências para evitar uma suposta fraude. A orientação é nunca repassar dados pessoais por telefone e, em caso de dúvida, procurar imediatamente o banco pelos canais oficiais de atendimento”, destacou.
Com informações da SSP
Polícia
Envolvido na Morte de
Max Alfredo é preso em
Piaçabuçu -Al
Na tarde de ontem (31), um dos suspeitos de envolvimento na morte de Max Alfredo, ocorrida no dia 19 de outubro de 2024, no município de Brejo Grande, foi preso na cidade vizinha de Piaçabuçu (AL).
De acordo com informações da polícia, o investigado foi localizado após diligências conjuntas e segue à disposição da Justiça. Outros três suspeitos seguem sob investigação, e a apuração do caso continua em andamento.

Max Alfredo foi assassinado em circunstâncias que chocaram a comunidade brejograndense, e desde então familiares e amigos cobram justiça.
Mais informações serão divulgadas conforme o avanço das investigações.
Fonte da Notícia: Brejo Grande Como Eu Vejo
Polícia
Suspeito de Estupro Contra Jovem em Coité do Nóia Continua Foragido Após Dois Meses da Decisão Judicial
Segue foragido o jovem Victor Bruno da Silva, de 18 anos, apontado como o principal suspeito no caso de estupro contra Maria Daniela Ferreira, de 19 anos, ocorrido no município de Coité do Nóia, interior de Alagoas.
A Justiça decretou a prisão de Victor no dia 2 de abril de 2025, mas até o momento ele não foi localizado pelas autoridades. O caso, que ganhou repercussão regional, tem gerado revolta nas redes sociais e preocupação entre os moradores da cidade, especialmente pelo tempo transcorrido sem solução efetiva.
No mesmo dia em que a prisão foi decretada, o pai do acusado — um empresário conhecido do setor automotivo — publicou um vídeo nas redes sociais alegando que o encontro entre os jovens teria sido consensual. Ele também criticou a exposição pública do caso e defendeu o filho das acusações.

Apesar disso, a Justiça entendeu haver indícios suficientes para a emissão do mandado de prisão, com base nas investigações conduzidas pela Polícia Civil e nas provas reunidas durante o inquérito.
Familiares e apoiadores da vítima vêm cobrando celeridade nas buscas e reforçam o apelo para que o caso não seja esquecido. Um dos pedidos recorrentes nas redes sociais é: “Que a nossa Justiça não deixe esse caso ser esquecido”.
A Rádio Brejo Grande segue acompanhando o caso e permanece à disposição das autoridades e das famílias envolvidas para prestar informações atualizadas à população.
Denúncias sobre o paradeiro do suspeito podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.
