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Patinete elétrico: curso gratuito ocorre todos os sábados na capital

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Desde o dia 22 de março, as pessoas que desejam aprender a utilizar corretamente os patinetes elétricos que chegaram à capital estão participando do curso gratuito para condutor de patinete elétrico promovido pela empresa Jet.

As aulas acontecem todos os sábados, das 10h às 14h, no Mirante da 13 de Julho, onde as pessoas estão tendo a oportunidade de aprender mais sobre a direção segura. Os patinetes elétricos são uma iniciativa fruto da parceria entre a Prefeitura de Aracaju e a empresa Jet, que trouxe para a capital um total de 600 equipamentos do novo modal.

Durante o curso há patinetes desbloqueados para as pessoas poderem praticar. Os instrutores da Jet passam orientações sobre as regras de utilização. Há, também, demonstrações práticas do uso correto, prática de equilíbrio entre cones, orientações sobre estacionamento nas estações, entre outras dicas.

Para o superintendente da SMTT, Nelson Felipe, esta iniciativa contribui para um uso consciente do equipamento. “As aulas que acontecendo no Mirante da 13 de julho oportuniza às pessoas a oportunidade de praticar e aprender a utilizar esse novo modal de forma adequada”, disse.

Para utilizar os patinetes, basta baixar o aplicativo da Jet, escanear o QR Code e começar o passeio, que custa R$ 0,25 centavos por minuto das 5h às 8h da manhã, e R$ 0,39 centavos o resto do dia. Aos sábados e domingos o valor é de R$ 0,69 centavos por minuto.O pagamento pode ser feito via Pix ou cartão de crédito, e há opções de planos mensais e anuais, que variam de R$ 14,99 a R$ 49,99. Esses planos eliminam a taxa de desbloqueio, mas quem preferir pagar por uso avulso também tem essa opção, com uma taxa fixa do desbloqueio mais o valor por minuto de uso.

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Sergipe aposta no turismo, preservação cultural e desenvolvimento sustentável para crescer em 2025

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O menor estado do Brasil em território, Sergipe tem apostado em grandes estratégias para impulsionar sua economia, promover o turismo e valorizar seu patrimônio cultural. Com pouco mais de 2,3 milhões de habitantes, o estado nordestino vem se destacando nacionalmente por sua organização urbana, segurança pública e preservação histórica.

Em 2025, o governo estadual lançou novos projetos de incentivo ao ecoturismo, à cultura e à infraestrutura, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento sustentável e reduzir desigualdades regionais.

Turismo: natureza, história e festas populares impulsionam visitas

De um lado, as águas do Rio São Francisco formam paisagens cinematográficas nos cânions de Canindé de São Francisco. Do outro, as praias de areia clara e mar calmo encantam turistas que buscam tranquilidade no litoral sul, em locais como Praia do Saco e Caueira.

Segundo dados da Secretaria de Turismo, Sergipe recebeu mais de 1,2 milhão de visitantes em 2024 — um aumento de 18% em relação ao ano anterior. A capital Aracaju lidera como porta de entrada, com destaque para a Orla de Atalaia e o novo Terminal Turístico inaugurado no início deste ano.

“Temos investido em promover não só o litoral, mas o interior sergipano, que é riquíssimo em história, cultura e gastronomia”, afirma a secretária de Turismo, Ana Paula Tavares.

Cidades como São Cristóvão e Laranjeiras são exemplos disso. Ambas guardam acervos arquitetônicos e culturais do período colonial, além de sediar eventos como o Encontro Cultural de Laranjeiras e as festas religiosas que mobilizam milhares de fiéis.

Infraestrutura e mobilidade em foco

Em março de 2025, o governo estadual anunciou um pacote de obras de R$ 400 milhões para modernização de rodovias, pontes e estradas vicinais, com foco na integração entre o litoral, o agreste e o sertão. A duplicação da rodovia SE-100, no trecho entre Aracaju e Estância, está entre as principais intervenções.

“A logística é essencial para fortalecer a economia local, facilitar o escoamento da produção agrícola e melhorar o acesso ao turismo”, afirmou o governador Fábio Mitidieri, durante o lançamento do programa.

Educação, cultura e inovação

Sergipe também tem se destacado pelo investimento em educação pública e iniciativas de inovação. A Universidade Federal de Sergipe (UFS) inaugurou em abril um centro de tecnologia voltado à energia solar e soluções sustentáveis, com apoio do CNPq e parcerias internacionais.

Além disso, projetos culturais financiados por leis de incentivo têm promovido a valorização da identidade sergipana, com oficinas de música, literatura de cordel e artesanato em comunidades ribeirinhas e quilombolas.

Economia e desafios

A economia sergipana ainda enfrenta desafios como a concentração de renda e o desemprego no interior. No entanto, setores como o agronegócio, a produção de gás natural e o turismo vêm registrando crescimento nos últimos anos.

“Com os investimentos certos e a valorização da cultura local, Sergipe tem tudo para se tornar referência em desenvolvimento sustentável no Nordeste”, afirma o economista João Henrique Dias.

Pequeno no mapa, grande em potencial

Com sua mistura de história, natureza, cultura e modernidade, Sergipe mostra que tamanho não define relevância. Em 2025, o estado segue crescendo com os pés no chão, priorizando a preservação de suas raízes e o bem-estar de sua população.

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Penedo e Brejo Grande: cidades vizinhas conectadas pelo Rio São Francisco e por laços culturais

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Do outro lado do Rio São Francisco, separados por menos de 10 minutos de travessia de balsa, estão Penedo (AL) e Brejo Grande (SE), duas cidades nordestinas unidas não apenas pela geografia, mas também pela cultura, economia e história compartilhadas.

Com pouco mais de 60 mil habitantes, Penedo é uma das cidades mais antigas de Alagoas, conhecida por seu centro histórico preservado, igrejas barrocas e casarões coloniais que atraem turistas de todo o Brasil. Já Brejo Grande, com cerca de 9 mil moradores, é o último município do estado de Sergipe antes da foz do “Velho Chico” no Oceano Atlântico.

A proximidade entre as duas cidades — cerca de 12 km por via terrestre ou apenas 2,5 km em linha reta por água — favorece uma integração natural. Diariamente, moradores de ambos os lados cruzam o rio em balsas ou pequenas embarcações para trabalhar, estudar, visitar familiares ou fazer compras.

Integração regional e mobilidade

Apesar de estarem em estados diferentes, a convivência entre os municípios é intensa. O comércio penedense, mais estruturado, abastece grande parte dos moradores de Brejo Grande. Por outro lado, o turismo ecológico sergipano — como os passeios de barco pelos manguezais e pela foz do São Francisco — atrai visitantes hospedados em Penedo.

“Tem gente daqui que trabalha em Brejo Grande, e tem gente de lá que estuda aqui. A balsa faz esse elo todos os dias. É uma rotina”, conta Maria do Socorro, comerciante do centro de Penedo.

Desenvolvimento e desafios conjuntos

A região também compartilha desafios. A travessia do rio ainda depende, em grande parte, de embarcações privadas ou balsas que operam com horários limitados, dificultando a mobilidade em horários de pico ou em dias de manutenção.

Há anos, a proposta de construção de uma ponte ligando os dois municípios é discutida por lideranças locais, mas o projeto ainda não saiu do papel. A obra poderia impulsionar ainda mais o desenvolvimento turístico e comercial da região, além de facilitar o acesso a serviços de saúde e educação.

Turismo de base comunitária e preservação ambiental

A foz do Rio São Francisco é uma das principais atrações da região, com dunas, mangues e paisagens de tirar o fôlego. Empresas de turismo, cooperativas e guias locais promovem passeios que saem de Brejo Grande e Penedo, promovendo o turismo de base comunitária e contribuindo para a geração de renda local.

“É uma riqueza natural que a gente precisa preservar. Tanto Alagoas quanto Sergipe dependem desse rio”, afirma o guia turístico José Carlos, que atua na região há mais de 15 anos.

Cidades irmãs pelo São Francisco

Penedo e Brejo Grande são exemplos de como a geografia pode aproximar comunidades e criar laços além das fronteiras políticas. Unidas pelo São Francisco, elas compartilham uma identidade ribeirinha que transcende os limites estaduais e mostra a força da integração regional no Nordeste.

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Procissão do Fogaréu movimenta São Cristóvão nesta quinta-feira, 17

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A cidade de São Cristóvão será palco, nesta quinta-feira, 17 de abril, de uma das mais tradicionais manifestações religiosas e culturais de Sergipe: a Procissão do Fogaréu. Realizado desde o século XVIII, o evento atrai fiéis, turistas e admiradores da cultura popular, sendo uma das principais atrações da Semana Santa no estado.

A programação começa às 17h com a Missa de Lava-Pés, celebrada no Santuário Nossa Senhora da Vitória (Igreja Matriz). Em seguida, às 20h, a Praça São Francisco recebe a encenação da Paixão de Cristo, com a participação de cerca de 80 atores locais, que representarão momentos marcantes como a entrada de Jesus em Jerusalém, a Última Ceia e sua condenação.

Logo após a encenação, tem início a Procissão do Fogaréu. Mais de 200 homens, vestidos com túnicas e carregando tochas, percorrem as ruas do Centro Histórico, que tem suas luzes apagadas para reforçar o clima de fé e contemplação. O cortejo simbólico revive a perseguição a Jesus na noite em que foi preso, promovendo uma experiência única e emocionante para o público.O evento é organizado pelo grupo cultural G12, formado por moradores de São Cristóvão, com o apoio da Prefeitura Municipal, que garante a infraestrutura e a segurança necessárias para a realização da celebração. A expectativa é de grande público, reunindo tanto a comunidade local quanto visitantes de outras cidades.

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